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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Como o glúten afeta o cérebro?

A quantidade de pessoas tanto intolerantes, quanto sensíveis ao glúten, tem aumentado cada dia mais. Alguns dos problemas associados incluem desconforto gastrointestinal, erupções cutâneas, problemas com a absorção de nutrientes, além de perda óssea.

brain-small Porém, indo mais além, podemos ter uma coisa para nos preocupar, que é o seu efeito no cérebro.
De acordo com o GHC Pesquisas recentes descobriram, que existe uma ligação muito estreita entre o cérebro e o sistema nervoso entérico (o “cérebro” do trato digestivo). Com base nisso, os pesquisadores começaram a observar o efeito do glúten na resposta imunológica e absorção de nutrientes e ver como ele afeta o cérebro e os resultados foram preocupantes.

Dor de cabeça? Talvez seja Glúten!
Um estudo recente descobriu uma ligação entre a sensibilidade ao glúten e a enxaqueca. A pesquisa indicou que aqueles que sofrem de doença celíaca e sensibilidade ao glúten, sofrem de dores de cabeça e enxaquecas mais frequentes, do que aqueles que não tem o mesmo problema.
Outro estudo foi feito com crianças que tem doença celíaca e que sofrem dores de cabeça frequentes. Elas fizeram uma dieta sem glúten por algum tempo para determinar se a dor de cabeça diminuiria, e realmente na maioria dos casos diminuiu e muito.
Claro que se o glúten só está causando dores de cabeça, considere-se com sorte, ou talvez não …

E se causar anormalidades cerebrais?
Foi feita uma pesquisa e descobriram através da ressonância magnética que muitas pessoas com sensibilidade ao glúten e celíacos, tinham anormalidades cerebrais significativas. Nos que sofrem de dores de cabeça, essa anormalidade se mostrou mais elevada.
Em alguns casos, o que acontece é uma perda de massa encefálica. Isso com certeza não é bom e pode levar a problemas mais sérios caso a pessoa continue ingerindo glúten.
Pesquisadores da John Hopkins University School of Medicine, pesquisaram o impacto da vermelhidão gastrointestinal (criado pela doença celíaca) na esquizofrenia. Eles se focaram em fatores como a ativação do sistema imune e a capacidade das toxinas e agentes patogênicos tem de entrar na corrente sanguínea e assim descobriram que fatores imunológicos como as iniciadas no intestino, sugerem um link para a doença mental.

Glúten e Acidente Vascular Cerebral Isquêmico
Em alguns casos de acidente vascular cerebral isquêmico, o único fator que os médicos encontraram que contribuiu para isso, foi a doença celíaca. Os investigadores têm sugerido que o fator primário, nestes casos, pode ter sido a resposta auto-imune causada pela doença celíaca.
Tal como aconteceu com os acidentes vasculares cerebrais, a coagulação do sangue no cérebro, foi avaliado como única causa da doença celíaca. Apesar disso ter acontecido até agora, só com indivíduos com a doença celíaca, pode ser bom, pessoas com sensibilidade ao glúten ficarem atentas também.

Sem glúten e sem sintomas
Além de dores de cabeça, distúrbios cerebrais e coagulação, podem levar a um derrame.
O glúten foi diretamente ligado à convulsões epiléticas e lesões na substância branca do cérebro, indicando a Esclerose lateral Amiotrófica. Isso preocupa muito, porém a boa notícia é que ainda existe esperança.
Pesquisadores encontraram calcificações em certas áreas do cérebro e estas foram a causa das convulsões epiléticas. Em todos os casos, as convulsões pararam de vez, quando o paciente começou uma dieta livre de glúten.
O mesmo resultado ocorreu em indivíduos que sofrem de lesões no cérebro semelhantes aos observados em Esclerose lateral Amiotrófica. Após o exame do paciente, foi descoberta a doença celíaca. Uma vez que ele foi colocado em uma dieta sem glúten, a ressonância magnética mostrou uma redução nas lesões e uma melhoria global na sua condição.
Mesmo que a pesquisa sobre o impacto do glúten no cérebro seja bem recente, a mensagem é clara – o glúten tem um impacto profundo na nossa saúde mais do que se pensava anteriormente.
Com base nessa pesquisa, quem sabe ou suspeita de uma alergia ao glúten deve considerar seriamente exames para detectar se tem ou não o problema e dependendo a adoção de uma dieta livre de glúten, o seu cérebro vai agradecer. Você já notou a melhora de algum dos sintomas depois que parou de consumir alimentos com glúten? Se sim, por favor deixe um comentário e compartilhe a sua experiência com a gente.

domingo, 8 de setembro de 2013

Autoteste para Sensibilidade ao Glúten

Autoteste para a Doença Celíaca/ Sensibilidade ao Glúten não-celíaca



Identifique os sintomas que se aplicam a você:

Digestivo
-Desejo de comer coisas feitas com trigo
-Barriga estufada / Gases
-Síndrome do Intestino Irritável
-Refluxo ácido
-Prisão de ventre
-Diarréia
-Falta de apetite
-Problemas de peso
-Anemia ferropriva
-Indigestão
-Náusea


Neurológico
-Dores de cabeça
-Enxaqueca
-Problemas de memória
-Confusão mental
-Falta de concentração
-TDAH ( déficit de atenção / hiperatividade )
-Dores articulares e / ou dores musculares
-Ataxia
-Fibromialgia


Hormonais
-Fadiga
-Problemas de sono
-Depressão
-Ansiedade
-Irritabilidade
-Mudanças de humor
-Problemas menstruais
-Infertilidade masculina e feminina e / ou aborto
-Problemas de tireóide
-Osteoporose ou osteopenia (você ou na sua família)


Sistema Imune
-Você tem infecções facilmente
-Congestão nasal
-Asma
-Erupção cutânea
-Eczema
-Psoríase
-Elevação das enzimas hepáticas (transaminases)
-Artrite, qualquer tipo - em você ou sua família
-História de câncer - você ou sua família
-Doença auto-imune, como diabetes, esclerose múltipla, Lupus - você ou sua família
-Doença celíaca - você ou sua família

  • Se você marcou 1-3 sintomas: a sensibilidade ao glúten pode estar desempenhando algum papel em seus problemas de saúde. 
  • Se você marcou 4-7 sintomas: há uma possibilidade concreta de que você esteja sofrendo de sensibilidade ao glúten. 
  • Se você marcou 8 ou mais sintomas: a probabilidade é forte de que a sensibilidade ao glúten está tendo um efeito negativo sobre sua saúde.

Se assim for, você não está sozinho.


O que você deve fazer agora?

Vamos discutir as duas condições possíveis que podem estar afetando a sua saúde: a doença celíaca ou sensibilidade ao glúten.

Para definir os nossos termos, usaremos o termo " intolerância ao glúten " como um termo abrangente que inclui tanto a doença celíaca e sensibilidade ao glúten.

A doença celíaca é uma das doenças mais comuns ao longo da vida na Europa e nos Estados Unidos. 1% da população sofre e esse percentual aumenta com a idade de quatro vezes a 4%, tornando-se extremamente comum.

Alguém poderia pensar que uma desordem comum foi bem diagnosticada em um sistema médico avançado como o nosso. Infelizmente isso não é verdade em todos os casos. Apenas 5 - 10% de todas aquelas pessoas que sofrem da doença são diagnosticados. E para adicionar outros dados, aquelas pessoas que são diagnosticadas, levam em média cerca de 10 anos para receber seu diagnóstico.

Por que a maioria dos Celíacos permanecem sem diagnóstico?

Há algumas respostas possíveis:
• Vivemos em uma sociedade impulsionada po remédios, que gosta de engolir uma pílula e fazer com que os sintomas desapareçam. A doença celíaca pode ser tratada somente com uma mudança na dieta e não é fácil. Não há nenhum remédio para fazer os sintomas da doença celíaca desaparecerem.

• Os médicos neste país não estão focados na dieta e estilo de vida. Eles não gostam de dizer aos seus pacientes para fazer mudanças na dieta. Eles são treinados para dar os medicamentos que fazem o seu paciente "sentir-se" diferente rapidamente.

• As empresas farmacêuticas neste país financiam mais de 70% de toda a pesquisa realizada. Com dieta sendo a única "cura" para a doença celíaca que conhecemos, definitivamente não é uma doença que as empresas farmacêuticas queiram gastar muito tempo e dinheiro pesquisando.

• O teste que tem sido usado como o "padrão ouro" para a doença celíaca ( endoscopia digestiva alta com biopsia) não é muito sensível. Isto significa que muitas pessoas dizem que o glúten não é o seu problema quando ele É. O teste, uma biópsia intestinal, exige que haja uma quantidade tremenda de danos nas paredes do duodeno para dar positivo.

• Os médicos são tradicionais em suas práticas e só recentemente se tornou evidente como a doença celíaca é comum. A maioria deles foram treinados, erroneamente, que a doença celíaca é rara e que os pacientes apresentam sintomas de dor abdominal, diarreia grave e perda de peso. Sabe-se agora que a maioria dos pacientes com doença celíaca não terá sintomas, mas mudar a forma como os médicos pensam é coisa que ocorre lentamente.

Causas à parte, os fatos permanecem os mesmos - mais de 90% das pessoas que sofrem de doença celíaca - uma doença comum - permanecem sem diagnóstico e com sofrimento.

O que é sensibilidade ao glúten?

Sensibilidade ao glúten é uma condição muito comum que afeta de 8 a 40 vezes mais pessoas do que aqueles afetados pela doença celíaca. Então, por que "todo mundo" não sabe sobre isso? Porque só recentemente é que foi admitido que legitimamente isso existe.

Na verdade, quando Petersen escreveu "O Efeito Glúten" em 2009, afirmou informações sobre glúten que não eram de todo aceitas pela comunidade celíaca e investigadores de renome. Na verdade, no momento da sua publicação, o pensamento predominante era que aqueles que "pareciam" estar reagindo ao glúten, mas que não tinham a doença celíaca, provavelmente estavam equivocados e talvez sofrendo de um "efeito placebo" de algum tipo.

Que diferença poucos meses podem fazer! Até o final de 2009 e que continuou em 2010 e 2011, resultados de pesquisas cada vez mais têm demonstrado que a sensibilidade ao glúten não é apenas uma condição muito real, mas que está afetando a saúde de milhões de pessoas inocentes de todas as idades.

Sensibilidade ao glúten não-celíaca é muito mais comum do que a doença celíaca.

Embora as estimativas variem, a incidência de sensibilidade ao glúten em nossa população parece estar em algum lugar entre 8% e 40%. Por que a grande variação? Só recentemente começaram a ocorrer pesquisa sobre a sensibilidade ao glúten.

Como um exemplo de quanto tempo pode demorar para se obter um conjunto de informações sobre uma doença, a pesquisa sobre a doença celíaca vem ocorrendo há décadas, mas demorou até 2010 para descobrir que a incidência de celíacos na verdade aumentou com a idade a partir de 1% a 4 %.

Este é um aumento de 400% em uma doença que foi pensada para ser puramente genética - o que significa que nasceu com ela ou você não é.

Foi um enorme avanço para descobrir que fatores dietéticos e de estilo de vida, além de um gene para a doença celíaca, foram necessários para "ligar" o gene que produz uma intolerância ao glúten.


traduzido pelo Google: http://www.healthnowmedical.com/am-i-gluten-sensitive/


http://dietasemgluten.blogspot.com.br/2012/12/auto-teste-para-sensibilidade-ao-gluten.html 

segunda-feira, 29 de julho de 2013

O Gluten Nosso de Cada Dia

O Gluten Nosso de Cada Dia
Texto: Flávio Passos

O pão é bíblico. É um símbolo de prosperidade, do próprio alimento em si e, para muitos, até de comunhão com o divino.

No entanto, milhões de pessoas em todo o mundo sofrem pela incapacidade de digerir este tipo de alimento, ou ainda de qualquer tipo de alimento que seja derivado do trigo, do centeio ou da cevada, em especial pela presença de uma certa proteína altamente alergênica denominada Gluten.

A sensibilidade ao gluten é variável de acordo com cada indivíduo, e existe num amplo espectro de possibilidades e sintomas. De um lado temos os indivíduos celíacos, que são incapazes de processar sequer infinitésimas partículas de gluten que ficaram como resíduo em um utensílio que foi usado para preparar um prato com gluten. Do outro lado, temos os indivíduos que não tem qualquer tipo de problema com o gluten. E entre um e outro extremo, uma enorme quantia de indivíduos sofrendo mais ou menos com sintomas diversos de intolerância a esta substância.

O diagnóstico da intolerância ao gluten não é muito óbvio, e é relativamente comum que uma pessoa passe a vida inteira sofrendo com sintomas desagradáveis diversos sem relacionar os mesmos ao consumo dos derivados cereais que contem o gluten.

A lista de sintomas conhecidos e associados à intolerância ao gluten é grande. Vejamos alguns dos mais significativos:

- Crônica perda ou ganho de peso
- Deficiências nutricionais resultantes de má absorção (ex: deficiência de ferro)
- Problemas gastro-intestinais (inchaço abdominal, dor, gases, constipação, diarréia)
- Gordura nas fezes (devido à má digestão)
- Dores nas articulações
- Depressão
- Eczema e dermatites diversas (descamação nas mãos e dedos, por exemplo)
- Enxaqueca
- Exaustão
- Irritabilidade e mudanças comportamentais
- Infertilidade, irregularidade do ciclo menstrual, aborto espontâneo
- Câibras, coceiras e perda de sensibilidade na pele
- Crescimento reduzido (em bebês e crianças)
- Declínio na saúde dental

Como se vê, a lista é muito extensa e vai da psoríase à osteoporose, da infertilidade à obesidade. Assim sendo, fique atento: pode ser que o seu pãozinho de cada dia esteja realmente subtraindo muito de sua qualidade de vida.

 
 Um dos maiores problemas com a intolerância ao gluten é sua natureza insidiosa. Cerca de 75% das pessoas intolerantes não demonstram qualquer sintoma aparente de algo que com o tempo e o consumo frequente pode vir a se tornar uma doença auto-imune, um dano permanente no sistema nervoso e até um câncer intestinal. Algumas destas condições desenvolvem-se silenciosamente sem sintomas iniciais de fácil identificação.

A recomendação é que cada indivíduo busque o quanto antes saber se o seu corpo tolera bem ou não esta substância com o intuito de evitar sofrimento desnecessário.

Existem hoje diversos testes que auxiliam no diagnóstico desta inadequação digestiva, tais como a biópsia do intestino. Entretanto, a chance estimada de um médico tradicional relacionar um problema de saúde qualquer com intolerância ao gluten é de apenas 2% (!!). A absoluta maioria dos indivíduos realizou o simples teste do auto-diagnóstico, que trata de eliminar o gluten por um período de duas a seis semanas e observar se os sintomas recorrentes desaparecem por si.


Os bons profissionais de saúde sempre irão lhe recomendar a exclusão temporária da dieta de cada um dos quatro principais alimentos alergênicos (um de cada vez), de acordo com a lista compilada pela Mayo Clinic (USA), na ordem de maior frequência de incidentes:

1 – Gluten (em especial na forma de trigo, mas também na forma de centeio, cevada e, em casos extremos, aveia)
2 – Laticínios de vaca (especialmente os comerciais pasteurizados)
3 – Soja, especialmente os produtos que não foram pré-digeridos pela fermentação, como o misso, o tempeh, o nattô e o shoyu, estes de fácil digestão. Eliminar carne de soja, leite de soja e todo produto que seja acrescido de extrato ou farinha de soja, além de tofu e o próprio grão cozido.
4 – Ovos, especialmente os ovos de granja, provenientes de galinhas criadas com ração, antibióticos e hormônios.

Realizando em si mesmo esta importante experiência é possível identificar com mais clareza o quanto determinado alimento está afetando sua qualidade de vida… ou não.

No caso do gluten, o alimento que possui a maior concentração deste é de fato o trigo moderno. Sim, o onipresente trigo é o mais problemático de todos os cereais. Bem diferente das variedades ancestrais, como o Einkorn (o grão bíblico), o Kamut ou o Espelta, o altamente hibridizado trigo utilizado em 99% das preparações (como pães, biscoitos, massas e etc.) possui 3 elementos inadequados para a saúde humana, os quais conheceremos a seguir.

Dissecando o trigo moderno

O Einkorn, trigo original do Crescente Fértil (onde a própria agricultura teve início), foi aquele servido por Abraão aos seus convidados. O Einkorn é diferente em diversos aspectos. Seus grãos são menores e mais estreitos do que o trigo moderno. O teor de gluten chega a ser quatro vezes menor, e de um tipo diferente – é um tipo de gluten que possui 14 cromossomos, contra 28 do trigo moderno. Com o Einkorn você consegue criar um pão crocante, mas não uma massa de pizza molenga e maleável, cookies ou mesmo o pão francês.
 
O gluten, (do latin “gluten”, significa “cola”) é muito desejável para a culinária moderna pelo fato de que ele, como uma boa cola, aglutina a massa. É mesmo uma cola – misturando farinha de trigo com água você pode fechar envelopes com esta cola!

O trigo tão popular da era moderna, também conhecido por trigo-anão, é um produto de manipulação genética e hibridização, resultado de gerações e gerações de cruzamentos e seleção de sementes em busca do máximo teor de amido e gluten, os quais são os elementos essenciais da estética e textura normalmente almejados nos derivados. É um tipo de trigo resistente e de alta produtividade na colheita.

O homem que desenvolveu esta variedade em meados do século XX, o cientista norte americano Norman Borlaug, foi laureado com o Prêmio Nobel e prometeu alimentar milhões de famintos ao redor do globo. E de fato o fez, assim como nutriu em milhões a obesidade e a doença. A doença celíaca é hoje 4 vezes mais comum do que há cinquenta anos atrás, e a principal razão é a mudança de qualidade do trigo, que ocorreu justamente neste período.

A primeira diferença principal deste trigo-anão é o elevado teor de um tipo de amido concentrado chamado amilopectina A. É graças a ele que obtemos pães tão fofos. Mas é um amido tão glicêmico que bastam duas fatias de pão integral para elevar o teor de açúcar no sangue em maior medida do que o fariam duas colheres das de sopa cheias de açúcar refinado.

Perceba que não há uma diferença significativa entre a farinha de trigo integral ou refinada (a famosa farinha branca) no quesito glicemia. Em pessoas com diabetes, tanto o pão branco quanto o integral elevam a glicemia sanguínea em 70 a 120 mg/dl sobre os níveis iniciais. É notório que alimentos com alto índice glicêmico resultam em estocagem de gordura na barriga ou nos quadris, na ativação de mecanismos inflamatórios no organismo e na criação da esteatose hepática, ou degeneração gordurosa do fígado. Excesso de açúcar no sangue é o principal fator que resulta em diabetes tipo 2 e em obesidade.

Comparação de índice glicêmico

(teor de elevação de glicose sanguínea após a ingestão do alimento)
 
Uma das manobras enganosas efetivadas pela indústria dos alimentos é o ato de criar um aspecto virtuoso em produtos nos quais são adicionadas pequenas porções de trigo integral (ou mesmo apenas do farelo do trigo) em produtos altamente processados, elaborados com a temível e inflamatória gordura vegetal, com açúcar adicionado e outros elementos nocivos. Quem não conhece um pouco melhor sobre nutrição e saúde (e aqui me refiro a 95% da população, no mínimo) é levado acreditar que está ingerindo algo extremamente saudável ao comer bolachas “plastificadas”, tingidas de marrom por traços de trigo integral.

Outro fator que merece atenção em relação ao trigo-anão é a presença em sua composição de uma espécie de “super gluten”, uma variedade mais eficaz em causar inflamações em tecidos que tenham pré-disposição do que o gluten presente nos cereais não-híbridos. Em comparação com o Einkorn, o trigo moderno possui pelo menos o dobro de quantidade e variedade de moléculas de gluten.

A doença celíaca ocorre em indivíduos que tem uma predisposição genética conhecida como HLA DQ2 or DQ8, a qual ocorre em cerca de 30% da população, sendo que 99% das pessoas que sofrem com intolerância severa ao gluten e ao trigo não são diagnosticadas como tal. Estamos falando de um problema que afeta muita gente que passa a vida sofrendo com sintomas que não são atribuídos à real causa. É, sem dúvida, algo a se considerar.

Quando ingerimos repetidamente um alimento que o corpo não consegue processar adequadamente, o sistema imunológico o trata como um invasor, e luta contra ele. Quando isto ocorre de maneira repetida e frequente, o tubo intestinal fica crônicamente inflamado, o que danifica a mucosa e faz com que esta perca a camada protetora que impede que bactérias invasoras e moléculas de alimentos não digeridos penetrem na corrente sanguínea e se espalhem pelo organismo inteiro, o que conduz a uma inflamação sistêmica pelo fato de que o sistema imunológico passa a lutar contra estas “moléculas protéicas invasoras”.

A inflamação sistêmica é o início de muitas e variadas doenças, tais como doenças do coracão, demência, autismo, câncer e muitas outras. É realmente de se espantar que a medicina convencional tenha tanta resistência em realizar a associação entre alimentação e saúde.
 

O trigo moderno não contem apenas o amido concentrado e o “super gluten” – o que faz dele algo altamente engordativo e inflamatório – mas ele também contém uma droga poderosa. Sim, uma droga que vicia, aumenta o apetite e desequilibra a mente.

Quando processado pela digestão, as proteínas do trigo são convertidas em “polipeptídeos” chamados “exorfinas”. Estes são como a endorfina produzida após uma atividade física, e se ligam aos receptores de opióides existentes no cérebro, dando um “barato”. O nome deste tipo de substância do trigo é “gluteomorfina” – ou seja, um tipo de morfina.

Este tipo de substância está intimamente relacionado a causa de problemas tais como esquizofrenia e autismo, mas também a vícios comportamentais como apetite desenfreado e distúrbios alimentares diversos. Ninguém tem acessos descontrolados de vontade de comer brócolis, mas é muito comum um surto de desejo de comer cookies ou bolo.  

Resumindo, o trigo é também um viciante estimulante de apetite.

Substituindo o Gluten no Dia a Dia

 Certamente que evitar o gluten não é uma tarefa das mais simples para quem se alimenta daquilo que é considerado o comum. Em nossa cultura, muitas vezes se come o trigo em cada uma das três refeições diárias (pãozinho e torradas no desjejum, macarrão no almoço, pizza ou sopa de macarrão no jantar…), além de bolachas e biscoitos como snacks ao longo do dia.
Poucos são os que não salivam ao sentir o cheiro de um pão quentinho na padaria, ou ao pensar em sua pizza favorita…

O trigo em si, como demonstrado anteriormente, é um alimento que vicia. Para quem é habituado a se alimentar dele, deixar de comer trigo exige uma determinação que se assemelha ao deixar de fumar cigarros. Já que não é uma tarefa das mais fáceis, é importante simplificar este esforço conhecendo e disponibilizando opções para o dia a dia.

Segue uma lista de substitutos viáveis para algumas das opções mais comuns de ingestão de trigo.

- Pão Francês ou de forma (integral ou não): Experimente substituir por tapioca, mandioca, inhame ou batata doce cozidos, por banana da terra cozida ou por algum pão sem gluten de boa qualidade. Muita atenção ao escolher o seu pão sem gluten, pois a maioria é feito com ingredientes tão inadequados quanto o próprio trigo: farinha e/ou óleo de soja, óleo de milho transgênico, clara de ovo de granja… por exemplo. É possível criar bons pães sem gluten, embora estes ainda não sejam os mais comuns no mercado. Tive recentemente a oportunidade de experimentar um pão italiano sem gluten e sem ingredientes duvidosos praticamente idêntico ao convencional… ou seja, é possível.

- Crackers e bolachas (integrais ou não): Já são disponíveis no Brasil crackers de mandioca realmente deliciosos, feitos apenas com mandioca, óleo de palma (ideal para ser aquecido) e sal. O site da empresa é www.chicogeraes.com.br, e o mesmo pode ser encontrado em diversas lojas especializadas. São crocantes e leves, eliminam até mesmo a saudade dos cream crackers e semelhantes, sem qualquer traço da gordura vegetal hidrogenada que quase sempre está presente nestas bolachas. Dica: compre o pacote de “massa de lasanha”, que possui duas embalagens grandes de crackers.

- Cookies sem gluten: Existem algumas marcas que oferecem opções razoáveis, mas quase sempre possuem alto índice glicêmico e ingredientes indesejáveis. O ideal é se acostumar a deixar de gostar de alimentos doces processados, substituindo a princípio por cookies caseiros feitos de trigo sarraceno (receita mais adiante) ou aveia, num segundo momento por frutas frescas até chegar no ponto ideal de ter uma alimentação com o mínimo de doces de qualquer tipo. Uma dieta com baixo teor de açúcar, de qualquer tipo, é a mais recomendada para a maioria dos seres humanos.

- Massas diversas: Já podemos encontrar no mercado diversas opções de massas nos mais variados formatos que são elaboradas com diversos cereais. As mais adequadas são sem dúvida as elaboradas com quinoa e amaranto, ou puro trigo sarraceno. Estes são os cereais mais adequados. Num distante segundo lugar ficam as massas exclusivamente elaboradas de arroz, que embora não sejam alergênicas são pobres em nutrientes e glicêmicas demais. Num terceiro e distante lugar a massa feita de milho, muito glicêmica e quase sempre de origem transgênica. Como quase sempre é verdade em relação a tudo, as opções mais caras (massas de quinoa) são as que oferecem melhor qualidade e valor.

- Pizza: Ainda não me deparei com uma massa de pizza sem gluten pronta para comprar que transmitisse a mesma experiência agradável da pizza convencional e que não tivesse ingredientes indesejáveis. Sendo assim, incluí abaixo uma receita de massa de pizza fácil de preparar e de resultado muito interessante, com as bordas crocantes e douradas e flexível na parte central. Não muito fina, nem muito grossa, te dá a possibilidade de segurar nas mãos uma fatia e morder.

MASSA DE PIZZA SEM GLUTEN

Esta receita requer alguma dedicação e pesquisa para obter alguns dos ingredientes, mas o resultado compensa.

Ingredientes (rende 2 pizzas – multiplique as quantidades e congele se desejar): 

– 2 xícaras de polvilho doce ou azedo, ou misturados em partes iguais.
- 1 xícara de farinha de arroz.
- 1/2 xícara de farinha de arroz integral.
- 1/2 xícara de farinha de painço (você pode comprar o painço descascado e moer).
– 2 colheres das de chá de bicarbonato de sódio.
- 2 colheres de chá de goma xantana, ou CMC em pó (encontra-se em casas especializadas de produtos naturais ou empórios).
- 1 colher de chá de sal marinho
- 1 e 1/2 xícara de caldo de cana amornado
- 1 sachê de fermento biológico
- 1/4 de xícara de um bom azeite de oliva
- 1/4 de colher de chá de vinagre de maçã suave
- 1/4 de xícara de clara de ovo da roça (orgânico) batida OU alguma das duas opções de substituição de ovos em receitas (abaixo): 

Substituto de semente de linhaça para um ovo

  • Moer as sementes no liquidificador e guardá-las no freezer.
  • No preparo usar uma (1) colher de sopa de sementes de linhaça dourada moídas + Três (3) colheres de sopa de água.
  • Misturar, deixar em uma tigela pequena descansando por 1 a 2 minutos. (Torna-se muito espessa se ficar mais tempo).
Em algumas receitas abundantes em líquidos, as sementes de linhaça moídas podem ser adicionadas diretamente aos ingredientes secos.

Substituto da clara de ovo em receitas

  • Dissolver Uma (1) xícara de polvilho azedo em uma tigela com água.
  • Coloque na panela e mexa, até dar o ponto de clara de ovo.

Modo de Preparo:
1 – Unte duas fôrmas de 30cm com manteiga ou azeite, e polvilhe com polvilho (rs!). Reserve.
2 – Numa larga tigela, misture as farinhas e ingredientes secos. Dissolva o fermento biológico em uma xícara de água morna com uma pitada de açúcar. Misture o fermento aos ingredientes secos.
3 – Adicione os óleos, ovos e vinagre.
4 – Sove a massa até que esteja macia e aderente. A textura da massa não é muito firme, fica mais para massa de bolo do que de massa de pão.
5 – Utilizando uma espátula de silicone, divida a massa ao meio e despeje cada metade nas fôrmas preparadas. Espalhe a massa com mãos limpas e molhadas, criando um disco fino e de espessura bem distribuída, com bordas suavemente levantadas. Você precisará umedecer suas mãos mais de uma vez para fazer isto. Tenha calma, você será recompensado com uma adorável massa de pizza.
6 – Deixe a massa da pizza descansar e crescer em local morno por mais ou menos 15 minutos.
7 – Pré-aqueça o forno a 200 graus, e depois asse por 10 minutos até dourar.
8 – Remova do forno, desligue o forno e ligue o grill (se houver). Pincele a massa com um bom azeite, tomates cereja esmagados, sal marinho e ervas frescas. Utilize, se quiser, um bom queijo de cabra, de amêndoas, ou do que preferir. Gratine por 4 ou 5 minutos e pronto, delicie-se com sua lindíssima pizza sem trigo!

Mais Observações
Alguns afirmam que o trigo, quando germinado, perde o seu gluten e deixa de ter malefícios. Isto simplesmente não é verdade. Embora o teor de gluten seja reduzido, é em pequena proporção. Se você não tolera o trigo, germinar o mesmo não irá resolver a questão.

Isto não significa que não seja benéfico germinar os cereais diversos – uma prática que de fato facilita a digestão, elimina substâncias indesejáveis e amplifica a qualidade do alimento em geral. Mas não é suficiente para eliminar o gluten.

Outra observação importante é que embora tenham sido apresentadas algumas idéias e alternativas para substituir o trigo, mesmo estas alternativas devem ser ingeridas dentro de um equilíbrio, sem excessos.

O ideal é ter consciência de que a meta é ter uma ingestão reduzida de pães, massas e biscoitos de qualquer tipo. Seja de trigo ou de qualquer outra origem, é sempre bom estar atento para ter uma alimentação com ingestão moderada de carboidratos. Lembre-se de que nos milhares de anos que antecederam a descoberta da agricultura o organismo humano lapidou seu metabolismo ingerindo uma alimentação com muito pouco carboidrato – e até hoje é assim que o metabolismo encontra as suas condições ideais para funcionamento.

Os grandes especialistas em nutrição recomendam obter a maior parte das calorias diárias de fontes de gordura saudável, e apenas entre 30% e 20% de calorias idealmente seriam obtidas de carboidratos – variando, naturalmente, do perfil de atividade física individual. Por incrível que pareça, o exato inverso da típica pirâmide nutricional tradicional…. e um excelente tópico para ser detalhado em um outro artigo.

Desta forma, o ideal mesmo é ir cortando seus laços de dependência com uma dieta com excesso de alimentos ricos em carboidratos – açúcar, pães, bolos, biscoitos, massas, batatas…. e tudo aquilo que vira açúcar no sangue. Esta é uma das diretrizes básicas de uma alimentação realmente em harmonia com a natureza da biologia corporal. Excesso de carboidratos na dieta é razão do desenvolvimento de uma lista enorme de desequilíbrios para a saúde, justamente por não ser o combustível natural para o corpo.
Mesmo assim, sabemos que toda a mudança duradoura acontece de forma gradual. O ideal é iniciar o caminho de evolução de hábitos alimentares substituindo os alimentos por alternativas melhores, como as demonstradas acima, e, aos poucos, educando-se a gostar daquilo que faz bem. E aprender, se ainda não o fez, que é perfeitamente possível ter uma vida cheia de alegria e prazer mesmo sem o trigo… e sem os seus muitos inconvenientes!

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Exame de Peptídeos de Glúten e Caseina

O exame de sensibilidade a alimentos é o primeiro passo para iniciar um plano de tratamento integrado

O exame de peptídeos de glúten e caseina ajuda a determinar a inabilidade do paciente de digerir trigo, centeio, cevada e proteinas do leite. Essas proteinas não digeridas são associados com problemas gastrointestinais, neurológicos, e transtornos do desenvolvimento neural. O exame de peptídeos de glúten e caseina mede ambos a casomorfina e a gliadorfina.

O método ELISA é o mais específico ao nível do nanograma, que é uma parte de uma grama dividida por um bilhão. Para que issso aconteça, a cosomorfina e a gliadorfina são sintetizados para que possamos definir o padrão de sensibilidade. Esse exame é uma ferramenta muito útil para determinar se uma modificação na dieta deve ser parte do plano de tratamento, ou se a dieta deve ser mantida se estiver em efeito.

É também importante identificar os sintomas de proliferação de leveduras e de fungos. As enzimas digestivas podem melhorar esses sintomas, especialmente se houver uma infração acidental na dieta.
O exame de peptídeos de glúten e caseina dertermina as sensibilidades mesmo se o paciente não tiver reações alérgicas IgE ou IgG a esses alimentos. Se o resultado de peptídeos for normal, ambos o glúten (da gliadorfina) e a caseina (da casomorfina) devem ser eliminados.
Se você suspeitar que você ou seu filho tem níveis anormais de peptídeos, faça os exames.
O problema de peptídeos é mais severo entre pessoas com dificuldade na quebra de ópios de peptídeos, que requer uma enzima chamada DPP IV. Essa enzima pode ser inibida por subprodutos de leveduras e contaminação por mercúrio. Esses peptídeos mal digeridos são absorvidos na corrente sanguínea e se ligam a receptores de ópio - o efeito fisiológico pode alterar o comportamente e contribuir para a falta de concentração, atenção, insonia, ou até mesmo agressão e auto-abuso.

Dr. Kalle Reicheltda (Noruega) e Dr. William Cade da Universidade da Flórida descobriram altos níveis do peptídeo casomorfina na urina de pacientes com problemas gastrológicos, neurológicos, e com problemas intestinais.

Muitos pais relatam que antes de tirar as suas crianças do glúten e da caseina essas crianças agiam como se tivessem em drogas alucinogênicas. Crianças e adultos com problemas gastrointestinais, neurológicos podem digerir o leite o trigo parcialmente.
Por esses subprodutos serem tão semelhantes em estrutura, eles também afetam o cérebro semelhantemente. Ambos a casomorfina e a gliadorfina são compostos de sete aminoácidos que são abreviados abaixo. Ambos a casomorfina e a gliadorfina são peptídeos de 7 aminoácidos que tem o início termínio-N com sequência tir-pro (para tirosina e para prolina) com pro adicionais em posições 4 e 6 de ambos peptídeos como indicado abaixo. As semelhança são indicadas em negrito.

Casomorfina: tyr-pro-phe-pro-gly-pro-ile
Gliadorfina: tyr-pro-gln-pro-gln-pro-phe 

Recomendado para os seguintes transtornos: Por esses peptídeos serem estruturalmente semelhantes, eles afetam o cérebro seme- lhantemente. O problema surge se alimentos que contém glúten e caseina forem consumidos exclusivamente, que no caso de muitas crianças, principalmente crianças com o espectro autista, que preferem esses produtos. Pessoas com problemas gastrointestinais e neurológicos parecem viciados a leite e trigo. Eles anseiam pelos produtos que causam problemas. Dr. William Shaw lembra de uma mãe que reclamava que a sua criança bebia somente leite.

Dieta de Eliminação
A eliminação do glúten e da caseina da dieta tem sido uma das mais sucedidas intervenções biomédicas para o sistema gastrointestinal, neurológico e fisiológico, ajudando a aliviar os sintomas do GI associados com sensibilidade a alimentos. Os exames de peptídeo são úteis para determinar se uma pessoa deve ou não iniciar a dieta sem glúten e sem caseina (SGSC). A restrição do glúten e da caseina na dieta tem mostrado melhoras e muitos casos transtornos gastrointestinais, neurológicos e fisiológicos. Pelo fato dos peptídeos de glúten e caseina funcionarem como opiáceos, uma reação de restrição semelhante a reação dos viciados em drogas pode ocorrer quando esses alimentos são removidos da dieta.

Para uma pessoa cuja alimentação consiste principalmente de glúten e caseina, pode levar muito esforço para implementar essa dieta. Pelo fato da dieta ser tão exigente, é importante saber se a pessoa que vai fazer a dieta realmente tem problemas de peptídeos antes de iniciar a dieta, é ai que o exame de peptídeos de glúten e caseina pode ser bem útil.
Para maiores informações sobre a dieta sem glúten e sem caseina, e saber como iniciar a dieta, visite o site da TACA (Talk About Curing Autism): www.talkaboutcurin- gautism.org


Finalmente, existe um exame de urina facil e correto que pode medir ambos os peptídeos do glúten e da caseina usando a eficiência do método ELISA. Esse exame é superior aos exames de qualquer outro laboratório por que mede a quantidade exata de ambos, a casomorfina e a gliadorfina. O exame de peptídeos urinários é muito útil para o tratamento de transtornos gastrointestinais, neurológicos e fisiológicos.

O sintomas de peptídeos de glúten e caseina anormais são:
  • desejo de comer alimentos ricos em glúten e caseina,
  • problemas intestinais após a ingestão desses alimentos,
  • problemas de concentração,
  • agressividade.
Se você suspeitar que você ou alguém que você conhece tem níveis anormais de peptídeos, faça os exames.
Esse Exame é Recomendado para os seguintes Transtornos:
  •  TDAH
  • AIDS
  • Mal de Alzheimer
  • Artrite
  • Transtorno do Espectro Autista
  • Sindrome de Fadiga Crônica
  • Colite & Doença Crohn’s
  • Depressão
  • Diarréia/Constipação
  • Sindrome de Down
  • Fibromialgia
  • Transtornos de Movimento
  • Esclerose Múltipla
  • Transtorno Obsessive Compusiva
  • Psicose
  • Esquizofrenia
  • Transtorno de Tic
  • Sindrome de Tourette
Retirado e Adaptado do site:
http://www.autismoinfantil.com.br/exame-de-peptideos-de-gluten-e-caseina.html