Mostrando postagens com marcador exames. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador exames. Mostrar todas as postagens

domingo, 28 de julho de 2013

Exame de Alimentares IgE

Alergia IgE, geralmente chamada de hiper sensibilidade, refere-se a reações indesejáveis, danosas, e algumas vezes fatais causadas pelo sistema imunológico. Algumas pessoas toleram um alto grau de alérgenos sem mostrar nenhum sintoma, enquanto outros terão reações apenas com um minuto de exposição a esses alérgenos. O grau e severidade dos sintomas variam de acordo com a formação genética de cada pessoa.

A reações do tipo alérgica requerem um estado imunológico pré-sensível para que desenvolva reações. Uma pessoa que tem alergias clássicas geralmente desenvolve vermelhidão, inchaços, e calor no corpo como resultado de níveis elevados de imunoglobulina E (IgE). Ao contrário de crenças populares, os sintomas produzidos pelo IgE podem ser súbitos e semelhantes aos vistos em outras condições. Essa confusão potencial faz exames de diagnóstico muito importantes no reconhecimento do transtorno conhecido como alergia.

Quando os sintomas de alergia ocorrem internamente, os sintomas podem ser específicos ao orgão afetado pela inflamação, tal como é o caso da asma. Aproximadamente 80% das crianças com asma também têm alergias alimentares. Outras condições alérgicas, tais como alergias nasais ou eczema, muitas vezes também estarão presentes.

A asma alérgica muitas vezes desaparecem na fase adulta, sendo que 75% reaparecem mais tarde na vida adulta.

Os paineis avançados de alergias respiratórias e alimentares aumentam a chance do paciente encontrar numerosos fatores ambientais. O exame avançado de alergia respiratória inclui os alérgenos de candida e timerosal que comumente são associados com transtornos neurológicos, gastrointestinais e de movimento.

 
 

Retirado e adaptado do site: http://www.autismoinfantil.com.br/exame-de-alimentares-ige.html

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Exame de Ácidos Orgânicos - Perfil Nutricional e Metabólico

O exame de Ácidos Orgânicos fornece uma foto metabólica baseado nos produtos que o corpo descarta através da urina. Essas pequenas moléculas de ácidos orgânicos descartadas na urina são subprodutos de atividades celular humana, digestão de alimentos, e o metabolismo da flora gastrointestinal. Em alguns níveis ácidos orgânicos na urina pode ser indicadores de tocicidade ou marcadores de via metabólicas. Metabolitos de leveduras ou bactérias gastrointestinais aparecem no contra parede da flora normal dos metabolitos humanos e fornecem uma visão de atividades de leveduras e bactérias.

O exame de ácidos orgânicos oferece a avaliação intestinal de leveduras e bactérias mais completa e exata. Esses fatores são de importânica crítica nos transtornos neurológicos, gastrointestinais, e de movimento. Os metabolitos tóxicos anormais desses organismos podem causar ou piorar os transtornos de comportamento, hiperatividade, transtornos do movimento, afetar níveis de energia e a função imunológica. As leveduras podem anexar-se a parede instenal causando o Síndrome do “Intestino Permeável”, que pode causar ou aumentar alergias alimentares, impedir a absorção de vitaminas e minerais, e causar transtornos intestinais. Muitas pessoas com doenças crônicas alergias, e transtornos neurológicos muitas vezes tem um ou mais ácidos orgânicos anormais em seu sistema. Fatores que podem causar ou afetar a proliferação de leveduras intestinais, inclui antibióticos orais, uso excessivo de açúcares na dieta, deficiências imunológicas combinadas ou seletivas, genética entre outros fatores.
Uma vez que os metabolitos sejam detectados, existe uma variedade de tratamentos disponíveis.  Os tratamentos incluem produtos antifúngicos, ou anti-bactériais, suplementação com probióticos, vitaminas, antioxidantes e modificação da dieta.
Os pacientes e médicos relatam melhoras significantes durante o tratamento, incluindo: diminuição de fadiga, aumento de energia e alerta, aumento na concentração, habilidade verbal melhorada, melhores hábitos de sono, e diminuição de dores abdominais.

O exame de ácidos orgânicos microbial é ideal para profissionais que estão buscando uma anormalidade específica, para monitorar o equilíbrio de certas bactérias ou para checar a eficácia de um tratamento.


Recomendado para os transtornos seguintes:
  • Déficit de Atenção e Hiperatividade
  • AIDS
  • Mal de Alzheimer
  • Ansiedade
  • Síndrome de Asperger
  • Transtornos do Espectro Autista
  • Fadiga Crônica
  • Colite e Doença de Crohn
  • Depressão
  • Síndrome de Down
  • Endometriose
  • Fibromialgia
  • Transtornos Gastrointestinais,Diarréia ou Constipação
  • Dificuldades de Aprendizagem
  • Transtornos Motores
  • Esclerose Múltipla
  • Transtorno Obsessivo
  • Compulsivo
  • Infeções Recurrentes
  • Tiques
  • Síndrome de Tourette

Novos Marcadores
Ácido Quinolênico – Marcador de inflamação e Neurotoxicidade 
 O ácido quinolínico é um ácido orgânico derivado do aminoácido triptofano e pode ser neurotóxico em níveis elevados. As substâncias excitotóxicos como ácido quinolínico pode estimular células nervosas tanto que as células podem morrer. A toxicidade cerebral devido a ácido quinolínico tem sido implicado com a doença de Alzheimer, autismo, doença de Huntington, derrame, depressão, e esquizofrenia.

Fosfato Inorgânico – Marcador para função óssea /Deficiência de Vitamina D
 Nível baixo de fosfato é associado com hipoparatireóidismo, pseudohipo-paratireóidismo, baixa ingestão de fosfato, paratireóidectomia, e deficiência de vitamina D.

Ácido 4-Hidroxibenzóico – Marcador de exposição ao parabenos 
 Ácido 4-Hidroxibenzóico é um metabólito do metil parabeno, um agente antifúngico e um preservante de alimentos e cosméticos bem popular. O parabeno pode ser ligado falha mitocondrial devido a depressão do ATP celular através da desligação de fosforilação oxidativa. Eles podem também ser produzido para o metabolismo mitocondrial de polifenóis na dieta. Os parabenos tem sido encontrados em altas quantidades em amostras de câncer da mama, mas um relacionamento definitivo com esse câncer ainda não foi demonstrado.

Ácido 4-Hidroxi hipúrico – Marcador de Exposição ao Parabenos 
 Ácido 4-hidroxi hipúrico, um conjudado de glicina do ácido 4-hidroxi benzóico é um metabólito do metil parabeno. Esse composto é elevado devido a ingestão de frutas contendo polifenóis rica em antocianinas, flanóis, e hidroxi cinamatos que são metabolizados por bactérias gostrointestinais. O ácido hidroxi hipúrico é um inibidor do cálcio-ATPase no estágio final de falha renal.

Ácido Málico – Marcador para disfunção Mitocondrial 
 Quando o ácido málico está simultaneamente elevado com os ácidos cítrico, fumárico, e alfa-quetoglutárico, é sugerido que a deficiência citocroma C oxidase, indicando uma disfunção nas vias de energia mitocondrial.

DHPPA – Marcador de Bactérias Benéficas
 Bactérias benéficas ou inofensivas tais como o Lactobacilli, Bifidobactéria, e E. coli media a quebra de ácido clorogênico para ácido 3,4-diidroxi fenil propiônico (DHPPA). Valores elevados de DHPPA são associados com o aumento dessas bactérias no trato gastrointestinal.

N-acetil cisteina (NAC) – Marcador de Precursores de Glutationa e Agentes Queladores
 N-acetil cisteina é um antioxidante poderoso que age para aumentar a reserva de glutationa no corpo. É encontrada em flúidos do corpo, mas é também usado como um suplemento nutricional. N-acetil cisteina reduz a toxicidade de drogas como acetaminofen (tilenol) e protege contra a toxicidade do mercúrio e de outros metais pesados. Baixos níveis pode indicar deficiência de glutationa.

Relação de Ácido Quinolínico Quinolinic / 5-HIAA – Marcador para Neurotoxicidade e Inflamação 
 Uma relação alta de ácido quinolínico para o metabólito de triptofan ácido 5-hidroxiindolacético, indica inflamação excessiva devido a infecções recorrentes, ingestão excessiva de triptofan, super estimulação imunológica, produção excessiva de cortisol, ou exposição excessiva a ftalatos.

Outros Importantes Marcadores Medidos no Exame de Ácidos Orgânicos 
Além dos novos marcadores, o exame de ácidos orgânicos ainda avalia outros compostos importantes incluindo o cicle de Krebs e neurotransmissores. Esse exame confiável detecta a proliferação de leveduras e clostrídia, geralmente ignorado por métodos de exames convencionais. Esses organismos e seus metabólitos podem reduzir ou magnificar os sintomas de muitos transtornos médicos. Identificação de proliferação de leveduras ou bactérias feito com o tratamento recomendado pode aumentar a chance de recuperação.

Levedura: Crescimento intestinal de leveduras e fungos, incluindo a Candida, são medidas via subprodutos. Altos níveis indicando uma proliferação.

Bacteria: Crescimento intestinal de bactérias, incluindo a espécie de Clostrídia é medida via subprodutos. Altos níveis indicando uma proliferação.

Oxalatos: Elevações podem indicar um excesso de alimentos ricos em oxalato ou vitamina C, doenças digestivas, a deficiência de B6, ou o crescimento da levedura intestinal. Os marcadores genéticos indicam possível hiperoxaluria.

Glicolíse: Elevações pode ser resultado de infecção, excercício, ou deficiência de vitamina B. Altos níveis pode ser resultado de transtornos metabólicos genéticos.

Cicle de Krebs: Anormalidades pode ser resultado de deficiências nutricionais, proliferação microbial, ou deficiência de glutationa (GSH).

2-oxoglutárico: Baixos níveis pode resultar de regeneração de aminoácidos para remover o excesso de amonia.

Neurotransmissores: São medidos metabólitos de dopamina, norepeinefrina, adrenalina, e serotonina. Anormalidades são resultados de estresse ou desintoxicação baixa, depressão, exposiçção a metais tóxicos, e raramente, tumores específicos.

Pirimidinas: Elevações baixas ocorrem da deficiência do ácido fólico.  Anormalidades significantes indica possível disfunção genética.

Ácidos Graxos: Anormalidades podem ocorrer de dietas quetogênicas ou jejum, ingestão de triglicerídeos de cadeia média, deficiência de carnitina ou doença genética.

Indicadores Tóxicos: Anormalidades podem ocorrer da deficiência de glutationa, excesso de amonia, e ingestão de aspartame.

Indicadores Vitamínicos: São medidas anormalidades envolvendo vitamina B12, B6, biotina, ácido ascórbico.

Aminoácidos: Anormalidades indica um possível erro genético.

Miscelâneo: Anormalidades pode indicar atividade microbial no trato gastrointestinal ou doença genética.

Exame de Ácidos Orgânicos Microbianos

O exame de ácidos orgânicos microbianos (MOAT) é incluso no exame de ácidos orgânicos (OAT) e mostra principalmente metabólitos produzidos por leveduras e bactérias.

Os indicadores adicionais também são metabólitos de leveduras e bactérias. Com valores baixos, são relacionados com disbiose de bactérias ou leveduras. Com valores elevados pode indicar condições genéticas rara.

Esse exame é recomendado como uma reavaliação posterior ao exame de ácidos orgânicos e recomendado por profissionais que estão procurando por anormalidades específicas, para monitorar equilíbrio microbial, ou para analisar a eficácia do tratamento.
Nós recomendamos o exame de ácidos orgânicos como o exame inicial.
Esse exame analisa 21 compostos (incluindo creatinina) tais como marcadores para bactérias benéficas, bactérias maléficas, espécies de Clostridia, espécies de Candida, outros metabólitos de leveduras e fungos, e marcadores gerais de disbiose.


Lista de Indicadores Analisados

Metabólitos de Leveduras e de Fungos: Citramálico, 5-Hidroximetil-2 furóico, 3-oxoglutárico, Furan-2, 5-Dicarboxílico, furan carbonil glicina, Tartárico, Arabinosa, Carboxicítrico. 

Metabólitos de Bactérias: Hidroxi-2-fenil-acético, Hidroxi-4-fenil-acético, 4-Hidroxibenzóico, Hidroxi-4-hipúrico, HPHPA (marcador de Clostridia), DHPPA (marcador de bactéria benéfica);

Indicadores Adicionais: Hipúrico, 3-Indole acético, 3-Hidróxi-3-Metil glutárico, 2-Hidroxi-2-hipúrico; 

Indicador de ingestão de flúidos:Creatinina

Informações adaptadas e retiradas do site: 
http://www.autismoinfantil.com.br/exame-de-acidos-organicos-microbiais.html

Exame de Peptídeos de Glúten e Caseina

O exame de sensibilidade a alimentos é o primeiro passo para iniciar um plano de tratamento integrado

O exame de peptídeos de glúten e caseina ajuda a determinar a inabilidade do paciente de digerir trigo, centeio, cevada e proteinas do leite. Essas proteinas não digeridas são associados com problemas gastrointestinais, neurológicos, e transtornos do desenvolvimento neural. O exame de peptídeos de glúten e caseina mede ambos a casomorfina e a gliadorfina.

O método ELISA é o mais específico ao nível do nanograma, que é uma parte de uma grama dividida por um bilhão. Para que issso aconteça, a cosomorfina e a gliadorfina são sintetizados para que possamos definir o padrão de sensibilidade. Esse exame é uma ferramenta muito útil para determinar se uma modificação na dieta deve ser parte do plano de tratamento, ou se a dieta deve ser mantida se estiver em efeito.

É também importante identificar os sintomas de proliferação de leveduras e de fungos. As enzimas digestivas podem melhorar esses sintomas, especialmente se houver uma infração acidental na dieta.
O exame de peptídeos de glúten e caseina dertermina as sensibilidades mesmo se o paciente não tiver reações alérgicas IgE ou IgG a esses alimentos. Se o resultado de peptídeos for normal, ambos o glúten (da gliadorfina) e a caseina (da casomorfina) devem ser eliminados.
Se você suspeitar que você ou seu filho tem níveis anormais de peptídeos, faça os exames.
O problema de peptídeos é mais severo entre pessoas com dificuldade na quebra de ópios de peptídeos, que requer uma enzima chamada DPP IV. Essa enzima pode ser inibida por subprodutos de leveduras e contaminação por mercúrio. Esses peptídeos mal digeridos são absorvidos na corrente sanguínea e se ligam a receptores de ópio - o efeito fisiológico pode alterar o comportamente e contribuir para a falta de concentração, atenção, insonia, ou até mesmo agressão e auto-abuso.

Dr. Kalle Reicheltda (Noruega) e Dr. William Cade da Universidade da Flórida descobriram altos níveis do peptídeo casomorfina na urina de pacientes com problemas gastrológicos, neurológicos, e com problemas intestinais.

Muitos pais relatam que antes de tirar as suas crianças do glúten e da caseina essas crianças agiam como se tivessem em drogas alucinogênicas. Crianças e adultos com problemas gastrointestinais, neurológicos podem digerir o leite o trigo parcialmente.
Por esses subprodutos serem tão semelhantes em estrutura, eles também afetam o cérebro semelhantemente. Ambos a casomorfina e a gliadorfina são compostos de sete aminoácidos que são abreviados abaixo. Ambos a casomorfina e a gliadorfina são peptídeos de 7 aminoácidos que tem o início termínio-N com sequência tir-pro (para tirosina e para prolina) com pro adicionais em posições 4 e 6 de ambos peptídeos como indicado abaixo. As semelhança são indicadas em negrito.

Casomorfina: tyr-pro-phe-pro-gly-pro-ile
Gliadorfina: tyr-pro-gln-pro-gln-pro-phe 

Recomendado para os seguintes transtornos: Por esses peptídeos serem estruturalmente semelhantes, eles afetam o cérebro seme- lhantemente. O problema surge se alimentos que contém glúten e caseina forem consumidos exclusivamente, que no caso de muitas crianças, principalmente crianças com o espectro autista, que preferem esses produtos. Pessoas com problemas gastrointestinais e neurológicos parecem viciados a leite e trigo. Eles anseiam pelos produtos que causam problemas. Dr. William Shaw lembra de uma mãe que reclamava que a sua criança bebia somente leite.

Dieta de Eliminação
A eliminação do glúten e da caseina da dieta tem sido uma das mais sucedidas intervenções biomédicas para o sistema gastrointestinal, neurológico e fisiológico, ajudando a aliviar os sintomas do GI associados com sensibilidade a alimentos. Os exames de peptídeo são úteis para determinar se uma pessoa deve ou não iniciar a dieta sem glúten e sem caseina (SGSC). A restrição do glúten e da caseina na dieta tem mostrado melhoras e muitos casos transtornos gastrointestinais, neurológicos e fisiológicos. Pelo fato dos peptídeos de glúten e caseina funcionarem como opiáceos, uma reação de restrição semelhante a reação dos viciados em drogas pode ocorrer quando esses alimentos são removidos da dieta.

Para uma pessoa cuja alimentação consiste principalmente de glúten e caseina, pode levar muito esforço para implementar essa dieta. Pelo fato da dieta ser tão exigente, é importante saber se a pessoa que vai fazer a dieta realmente tem problemas de peptídeos antes de iniciar a dieta, é ai que o exame de peptídeos de glúten e caseina pode ser bem útil.
Para maiores informações sobre a dieta sem glúten e sem caseina, e saber como iniciar a dieta, visite o site da TACA (Talk About Curing Autism): www.talkaboutcurin- gautism.org


Finalmente, existe um exame de urina facil e correto que pode medir ambos os peptídeos do glúten e da caseina usando a eficiência do método ELISA. Esse exame é superior aos exames de qualquer outro laboratório por que mede a quantidade exata de ambos, a casomorfina e a gliadorfina. O exame de peptídeos urinários é muito útil para o tratamento de transtornos gastrointestinais, neurológicos e fisiológicos.

O sintomas de peptídeos de glúten e caseina anormais são:
  • desejo de comer alimentos ricos em glúten e caseina,
  • problemas intestinais após a ingestão desses alimentos,
  • problemas de concentração,
  • agressividade.
Se você suspeitar que você ou alguém que você conhece tem níveis anormais de peptídeos, faça os exames.
Esse Exame é Recomendado para os seguintes Transtornos:
  •  TDAH
  • AIDS
  • Mal de Alzheimer
  • Artrite
  • Transtorno do Espectro Autista
  • Sindrome de Fadiga Crônica
  • Colite & Doença Crohn’s
  • Depressão
  • Diarréia/Constipação
  • Sindrome de Down
  • Fibromialgia
  • Transtornos de Movimento
  • Esclerose Múltipla
  • Transtorno Obsessive Compusiva
  • Psicose
  • Esquizofrenia
  • Transtorno de Tic
  • Sindrome de Tourette
Retirado e Adaptado do site:
http://www.autismoinfantil.com.br/exame-de-peptideos-de-gluten-e-caseina.html