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domingo, 28 de julho de 2013

Alergias Alimentares IgG

Para transtornos comportamentais, digestivos e crônicos

O teste de IgG é um guia útil para determinar as dietas de eliminação para muitas condições de saúde crônicas. As pessoas que sofrem de transtornos neurológicos, gastrointestinais e motores com freqüencia têm alergias alimentares do tipo IgG; em muitas ocasiões estas pessoas continuam consumindo os alimentos nocivos inconscientes de seus efeitos negativos. A eliminação completa destes alimentos pode provocar melhoras na saúde, melhor humor, mais energia e até melhoras comportamentais. 

Os anticorpos IgG são os anticorpos que produzem a resistência a longo prazo à infecções após as vacinas, estes anticorpos têm uma meia vida que os tradicionais anticorpos de alergias IgE e também funcionam de uma maneira diferente com as células imunes. Esta função diferente do IgG faz com que sua reação seja retardada e por isso seus sintomas podem acontecer horas ou até dias depois do consumo do alimento provocador da alergia. Algumas pessoas podem tolerar uma grande quantidade do alimento sem mostrar sintomas, já outros podem mostrar sintomas com unicamente uma quantidade minima do alimento, assim o grau de severidade dos sintomas varia dependendo da composição genética da pessoa.

Recentemente foram publicados estudos clínicos que demostram que a eliminação completa dos alimentos que deram positivos ao teste de IgG resultou em melhorias em sintomas do intestino irritável, autismo, déficit de atenção e hiperatividade, fibrose cística, artrite reumatoide e epilepsia

Recomendado para os seguintes transtornos:
  • Deficite de Atenção
  • Acne, Eczema, Rashes
  • Ansiedade
  • Transtornos do Espectro Autista
  • Candidiase
  • Fadiga Crônica e Fibromialgia
  • Infecções Crônicas
  • Doença de Crohn
  • Fibrose Cística
  • Depressão
  • Endometriose
  • Intestino Irritável
  • Intestino Permeável
  • Problemas da Linguagem
  • Dificuldades da aprendizagem
  • Enxaquecas
  • Transtornos Motores
  • Esclerose Múltipla
  • Transtornos Obsessivos e Compulsivos
  • Psicose e Comportamentos Violentos e Agressivos
  • Artrite Reumatoide
  • Ataques Apopléticos
  • Transtornos do Sonho Tiques
  • Síndrome de Tourette             
Lista Completa de Alimentos do Teste de Alergias Alimentares IgG

Produtos lácteos- caseina, queijo, queijo de cabra, leite, soro de leite, iogurte.

Feijão e ervilhas-grão-de-bico, vagem, feijão, fava, ervilha, feijão pinto, soja. 

Frutas- maçã, damasco, banana, mirtilo, coco, mirtilo vermelho, uva, limão, laranja, mamão, manga, pessegueiro, pêra, abacaxi, ameixa (ameixa-preta), morango, melancia. 

Grãos e legumes- cevada, trigo sarraceno, milho, linho, lentilha, milho miúdo, aveia, arroz, centeio, glúten de trigo, trigo. 

Peixes- bacalhau, caranguejo, garoupa, langosta, salmão, sardinha, camarão, atum. 

Carnes e aves- carne de rês, frango, clara de ovo, gema de ovo, cordeiro, carne de porco, peru. 

Sementes- amêndoa, castanha-de-caju, avelã, amendoim, noz-pecã, pistache, sésamo, girassol, nogueira. 

Verduras- aspargo, abacate, brócolos, beterraba, repolho, cenoura, aipo, berinjela, pimentão, alface, cebola, batata, abóbora, rabanete, espinafre, batata-doce, tomate, zucchini. 

Outros- cana de açúcar, cacau, café, alho, mel, fungo, levedura de pão, levedura de cerveja.

Informações retiradas e adaptadas do site:
http://www.autismoinfantil.com.br/exame-de-alergia-alimentar-igg.html

quarta-feira, 17 de julho de 2013

A importância do teste IgG no tratamento do autismo.

IgG de alimentos é muito importante para o tratamento do autismo.

Há dois tipos de alergia alimentar: uma que provoca a reação clássica, aguda, de coceira pelo corpo, vermelhidão, podendo levar ao edema de glote, que ativa o anticorpo IgE. O outro tipo, mais difícil de ser diagnosticado por não apresentar o quadro clássico da reação, ativa o anticorpo IgG.
Algumas pessoas não entendem e alguns laboratórios ainda ignoram a importância deste exame que é de extrema valia para o autismo pois somente conhecendo os alimentos que não fazem bem à cada indivíduo , é possível traçar um plano alimentar personalizado e junto à suplementação adequada tratar o autismo. Tenho dois laboratórios de confiança para a realização deste exame, o Great Plains Laboratory nos E.U.A onde sou credenciada e meus pacientes tem 15% de desconto na realização de exames específicos para o tratamento biomédico do autismo e são devidamente orientadas de como fazerem a coleta até a expedição do exame para o exterior e aqui no Brasil, o Laboratório Richet que também possui idoneidade na realização deste exame.
A alergia ocorre como se o organismo fosse acumulando uma memória contra aquele alimento e só depois ele começa a reagir podendo levar a um quadro de má digestão, azia, enxaqueca, etc. Já a intolerância não envolve anticorpos, ela é a mediada pelas células. É uma reação celular contra o alérgeno. Os campeões no Brasil são lactose, trigo, crustáceos, soja, derivados de cola (usados em refrigerantes) e pimentas.
O termo Hipersensibilidade, é sugerido para se descrever sintomas reprodutivos ou sinais evidenciados individualmente na exposição a um estímulo tolerado pela população normal. A alergia é um sinal de hipersensibilidade imunomediada. Qualquer outro mecanismo não envolvendo o sistema imunológico tem o termo hipersensibilidade não-alérgica. Hipersensibilidade IgG mediada uma vez estimulada, se liga a macrófagos e polimorfonucleares e ativa a via clássica do complemento. A imunoglobulina G é mais abundante em líquidos extravasculares e é ativada principalmente na presença de antígenos e toxinas. É uma imunoglobulina abundante e de maior duração do que a IgE, normalmente relacionada com reações crônicas e ao aparecimento tardio de sintomas. Reações de hipersensibilidade não-alérgica, mais conhecida como intolerância alimentar, embora possua sintomas bem semelhantes aos da hipersensibilidade IgG mediada, não ativa o sistema imunológico. Neste caso, o agente agressor estimula a ativação celular e produção de toxinas, inicialmente no intestino, por causa de uma não ou incompleta digestão.
A intolerância alimentar está relacionada na maioria dos casos com deficiências ou ineficiências nas enzimas participantes da digestão, como a lactase no caso da intolerância a lactose. Este tipo de hipersensibilidade pode ser natural do indivíduo, de origem genética, ou ainda pode ser desenvolvida após uma infecção intestinal severa por causa da conseqüente alteração da flora. As toxinas produzidas e liberadas pelas células e bactérias intestinais estão associadas mais comumente a sintomas gastrointestinais como constipação, azia e má digestão, mas essas toxinas podem extravasar para a corrente sanguínea e assim causar agressões em outros pontos do organismo.
Os sintomas dos distúrbios crônicos produzidos tanto pelas alergias que ativam o sistema imunológico quanto pela intolerância alimentar que não ativam são bem semelhantes. A escolha do teste, no entanto deve ser realizado baseado na clínica do paciente. Os principais sintomas, neste caso, estão ligados a um primeiro processo de disbiose intestinal, que afeta a permeabilidade intestinal e, por sua vez, permite um incremento no nível sérico de toxinas (substâncias não digeridas completamente). Esse processo, que pode ou não estar associado a transtornos gastrointestinais, traz a aparição do restante dos sintomas, de forma às vezes tardia (até 72 horas depois da ingestão), mas sempre crônicos e persistentes, após a exposição ao alimento. Nos casos graves de intolerância, a liberação de toxinas durante a digestão e degradação dos alimentos e substâncias químicas normalmente provocam sinais como distensão abdominal, gases, azia, constipação, evacuação, ou quaisquer desconfortos abdominais, em instantes (ou até varias horas) após a exposição alimentar.
A dosagem de IgGs especificas contra alimentos é indicada não só para pesquisa de distúrbios nutricionais mas também para pacientes com doenças auto-imunes, como a doença celíaca e a artrite reumatóide e no AUTISMO buscando elaborar uma dieta especial, visando poupar o sistema imunológico e melhorar o processo digestivo diminuindo os sintomas e aumentando a qualidade de vida do paciente.

Alergias Alimentares IgG

Para transtornos comportamentais, digestivos e crônicos

Alergias Alimentares IgG - 93 alimentos

Requisitos das Amostras: 2 mL de soro ou 5 círculos de sangue seco

O teste de IgG é um guia útil para determinar as dietas de eliminação para muitas condições de saúde crônicas. As pessoas que sofrem de transtornos neurológicos, gastrointestinais

e motores com freqüencia têm alergias alimentares do tipo IgG; em muitas ocasiões estas pessoas continuam consumindo os alimentos norcivos inconscientes de seus efeitos negativos. A eliminação completa destes alimentos pode provocar melhoras na saúde, melhor humor, mais energia e até melhoras comportamentais.

Os anticorpos IgG são os anticorpos que produzem a resistência a longo prazo às infeções após as vacinas, estes anticorpos têm uma vida meia que os tradicionais anticorposde alergias IgE e também funcionam de uma maneira diferente com as células imunes. Esta função diferente do IgG faz que sua reação seja retardada e por isso seus sintomas podem
acontecer horas ou até dias depois do consumo do alimento provocador da alergia. Algumas pessoas podem tolerar uma grande quantidade do alimento sem mostrar sintomas, já outros podem mostrar sintomas com unicamente uma quantidade minima do alimento, assim o grau de severidade dos sintomas varia dependendo da composição genética da pessoa.

Recentemente foram publicados estudos clínicos que demostram que a eliminação completa dos alimentos que deram positivos ao teste de IgG resultou em melhorias em sintomas do intestino irritável, autismo, déficit de atenção e hiperatividade, fibrose cística, artrite reumatoide e epilepsia.

O Laboratório Great Plains, Inc. (GPL) oferece um teste de alergias alimentares completo e preciso, muito econômico que inclui 93 alimentos. Além disso, realizamos vários métodos diferentes de controle de qualidade para garantir a precisão e a confiabilidade de nosso teste. Oferecemos consultas gratuitas para doutores e pacientes por e-mail com nossa nutricionista quando os resultados estão prontos.

Gotas de sangue seca (DBS): Uma coleta conveniente


O teste de alergias alimentares IgG também pode ser realizado com gotas de sangue seca, este método é conveniente para pais e médicos que não podem coletar uma amostra de sangue; assim podem coletar a amostra em casa e enviar direitamente ao laboratório para analisar. Com este método podemos testar os mesmos 93 alimentos que no teste de soro.


foodallergy3


Recomendado para os seguintes transtornos:

  • Deficite de Atenção
  • Acne, Eczema, Rashes
  • Ansiedade
  • Transtornos do Espectro Autista
  • Candidiase
  • Fadiga Crônica e Fibromialgia
  • Infecções Crônicas
  • Doença de Crohn
  • Fibrose Cística
  • Depressão
  • Endometriose
  • Intestino Irritável
  • Intestino Permeável

  • Problemas da Linguagem
  • Dificuldades da aprendizagem
  • Enxaquecas
  • Transtornos Motores
  • Esclerose Múltipla
  • Transtornos Obsessivos e Compulsivos
  • Psicose e Comportamentos
  • Violentos e Agressivos
  • Artrite Reumatoide
  • Ataques Apopléticos
  • Transtornos do Sonho Tiques
  • Síndrome de Tourette           
Lista Completa de Alimentos do Teste de Alergias Alimentares IgG

Produtos lácteos- caseina, queijo, queijo de cabra, leite, soro de leite, iogurte. Feijão e ervilhas- grão-de-bico, vagem, feijão, fava, ervilha, feijão pinto, soja. Frutas- maçã, damasco, banana, mirtilo, coco, mirtilo vermelho, uva, limão, laranja, mamão, mango, pessegueiro, pêra, uva, abacaxi, ameixa (ameixa-preta), morango, melancia. Grãos e legumes- cevada, trigo sarraceno, milho, linho, lentilha, milho miúdo, aveia, arroz, centeio, glúten de trigo, trigo. Peixes- bacalhau, caranguejo, garoupa, langosta, salmão, sardinha, camarão, atum. Carnes e aves- carne de rês, frango, clara de ovo, gema de ovo, cordeiro, carne de porco, peru. Sementes- amêndoa, castanha-de-caju, avelã, amendoim, noz-pecã, pistache, sésamo, girassol, nogueira. Verduras- aspargo, abacate, brócolos, beterraba, repolho, cenoura, aipo, berinjela, pimentão, alface, cebola, batata, abóbora, rabanete, espinafre, batata-doce, tomate, zucchini. Outros- cana de açúcar, cacau, café, alho, mel, fungo, levedura de pão, levedura de cerveja.